sexta-feira, 29 de junho de 2018
O Kindle e eu.
Tenho um Kindle. Modelo PaperWhite. Comprei no começo de 2018. Acreditava que ele seria uma grande revolução nos meus hábitos de leitura. Me enganei.
O problema sou eu, claro. O aparelho é incrível! Uso-o com uma certa frequência, mas ainda bem menos do que gostaria. Tenho uma quantidade razoável de e-books nele, mas não li nem metade dos que já estão baixados na memória interna do dispositivo.
Achei que leria todos os dias antes de dormir, aproveitando a escuridão do quarto e a luminosidade da tela para transformar a leitura em um me time. Não rolou. Parte pelo cansaço, parte pela atenção dividida entre outras telas, que me trazem outros conteúdos e parte por um purismo que ainda vive forte dentro de mim, dizendo que a materialidade de um bom livro de papel jamais será substituída.
Tenho fases: às vezes, só quero ler no Kindle. Às vezes, só no papel. Às vezes, em ambos. E às vezes, não quero ler absolutamente nada, quando fico saturado com essas manchinhas escuras em fundo branco que são as palavras.
O fato é: quero ler mais e estou na busca de técnicas que me ajudem a focar na leitura e façam com que eu não me sinta impaciente ao passar de oito ou dez páginas de um livro. Alguma sugestão?
Não tenho muito mais a dizer sobre o assunto. No momento, estou lendo Jurassic Park, de Michael Crichton, no Kindle. Que livro espetacularmente bom. Daqueles page turners sensacionais. Se não leu, leia.
Enfim... C'est tout.
-C
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